ARQUIVO HISTÓRICO

EXPECTATIVAS DE MEDALHAS OLÍMPICAS X REALIDADE

Arquivo Folha

Sílvio Fiolo cumprimenta a Miss Brasil após o Pan de Winninpeg
Arquivo Folha

Fiolo no Pan de 1971 em Cáli
Relatório Oficial da Olimpíada

Pódium do México 1968 sem Fiolo

Pedro Junqueira
Publicado em 28/05/2008

Minha intenção era que esta coluna fosse sobre o Nicolao, o portenho rei do mariposa, mas o artigo terá que esperar um pouco até que seu protagonista esclareça pessoalmente alguns pontos polêmicos de sua carreira. Enquanto isto, com a enxurrada de palpites de blogueiros em cima dos nossos prospectos como medalhistas em Pequim, resolvi por traçar um histórico cronológico de nossas esperanças em olimpíadas anteriores, e compará-las com a realidade alcançada. Nesta primeira parte, vou até Munique, quando a história atinge minha memória e se colore de mais detalhes. Em geral, o passado foi bem mais faminto de possibilidades e conjunto. Mas o grau de contentamento com nossas performances olímpicas foi muito ditado pelas expectativas. Como quando vamos ao cinema esperando um filme ruim e saímos satisfeitos. Ou, ao contrário, quando nos frustramos com a derrota do Brasil na final de Copa do Mundo.
Pré-Guerra até Tóquio
Nossas equipes natatórias, montadas para as três participações olímpicas antes da guerra, embarcaram orgulhosas simplesmente de fazerem parte do evento, sem qualquer ambição de chegar ao pódio. Uma semifinal já era um acontecimento. A classificação de Piedade Coutinho para uma final em Berlim foi considerada um sucesso heróico, e a “filhinha”, ainda em começo de carreira, foi aclamada pela imprensa pelo seu quinto lugar nos 400m livre.
Doze anos depois, em Londres, em 1948, na primeira olimpíada do pós-guerra, nossas expectativas começaram a ficar mais exigentes. Da experiente e “campeoníssima” sul-americana Piedade, já se esperou uma performance digna de seu status. Ela não decepcionou e seus tempos foram bem mais fortes do que em Berlim, resultando novamente numa final de 400m livre e um sexto lugar agora. Mas as surpresas agradáveis vieram das finais olímpicas de Willy Otto, sexto lugar, nos 200m peito, e do revezamento 4x100m livre feminino, também na sexta posição.
Em Helsinque, em 1952, a estrela de Piedade, com 32 anos de idade, já se apagava. Edith Groba, nossa miúda costista carioca tricolor, repositório de nossas novas esperanças femininas, ficou aquém das expectativas. Por outro lado, Tetsuo extrapolou nossos sonhos pequenos e nos deu nosso inimaginável primeiro bronze se tornando nossa referência pioneira máxima.
Entre Tetsuo e Manoel dos Santos, mais precisamente em 1956, em Melbourne, passamos por um período medíocre. Não se esperou nada. Não se alcançou nada. Nossas nadadoras nem sequer se qualificaram para participar e só voltariam a fazer parte de olimpíadas em 1972, em Munique. Entre os homens, nenhuma final e nem semifinal.
Quatro anos depois, em 1960, em Roma, voltamos a nos dependurar em um herói. Manoel partiu pra Europa com bala pra chegar à final dos 100m livre. Desde seu título sul-americano em 1958, em Montevideo, ele tinha sido promovido, de dentro da modesta natação brasileira, para um padrão internacional acima de nossos limites. Mesmo assim, as expectativas não foram demasiado eufóricas, por conta da sua participação tépida no Pan de 1959, em Chicago, quando ele ficou de fora do pódio. Qual não foi a surpresa quando veio a medalha de bronze. E os poucos que manjavam a respeito, ou testemunharam o feito, incluindo o próprio Manoel, perceberam que o bronze foi pouco e que, não fosse a desastrosa virada durante a prova, teríamos conquistado nossa primeira dourada olímpica. Isto meio século atrás.
Com a aposentadoria de Manoel, nossas chances de alguma medalha, ou mesmo final, minguaram quando chegou a vez de Tóquio, em 1964. Na olimpíada dos 200s, única vez na qual só houve provas de 200m no borboleta, peito, e também costas, nossos velocistas mal treinados para provas longas penaram. Athos Procópio, nosso melhor nadador da equipe, alcançou a vigésima quinta colocação nos 100m livre, e ficou de primeiro reserva das três semis. O reveza dos 4x100m medley passou longe da final.
México
Dois anos depois, no sul-americano de 1966, em Lima, surgiu uma luz no fim do túnel. Lá de Campinas, ainda com 15 anos de idade, apareceu José Sylvio Fiolo para se tornar o melhor peitista isolado do continente e nosso grande talento natatório do fim dos anos 60. Em junho de 66, ele quebrou o recorde sul-americano dos 100m marcando 1m11s0. Nos doze meses seguintes ele esfacelou a marca, culminando com sua participação no Pan de 1967, em Winnipeg, quando ele nadou em 1m07s5 e levou um dos seus dois ouros individuais, os primeiros títulos brasileiros de Pan desde Tetsuo, em 1951. Em outubro, a revista Swimming World publicou um longo artigo sobre o Fiolo e seu estilo inovador. Suas braçadas e pernadas fortes e mais longas contrastavam com a técnica predominante do estilo acelerado do americano Jastremski. A lenda da época era que ele rasgava, com um só movimento das mãos, a lista telefônica inteira da cidade de São Paulo. Seu técnico no Botafogo, Roberto Pavel, afirmava que o talento e potencial do Fiolo eram incomparáveis no Brasil. Logo depois, no Sul-Americano, em fevereiro de 68, no Fluminense, ele baixou seu recorde pra 1m06s8, pondo uma frente impensável de quatro segundos no segundo colocado. Quatro dias depois, veio o recorde mundial, no Guanabara, com o tempo de 1m06s4.
Fiolo chegou ao México, em outubro de 68, como um dos favoritos, senão o favorito, para a prova dos 100m peito. Ele tinha também um dos melhores tempos dos 200m peito. Mas como no caso de seu contemporâneo, Mark Spitz, outra estrela de Winnipeg, a realidade ficou a desejar. Nos 100m, apesar de ter crescido das eliminatórias até as finais, passando pelas semis, no final veio um quarto lugar. Na frente dele, por um décimo, a dupla de russos Kosinsky e Pankin, que pegaram a prata e bronze respectivamente. Os três tinham detido, em meses diferentes, o recorde mundial da prova durante o ano anterior àquela olimpíada. Fiolo, o mais forte velocista e talvez o de menor capacidade aeróbica, liderou a prova até os 75 metros. Na prova dos 200m peito, assim como aconteceu com Spitz nos 200m borboleta, talvez sob o efeito da frustração da prova dos 100m, seu resultado foi catastrófico, com uma piora de mais de dez segundos e a não classificação para as finais. A prova foi vencida pelo mexicano Felipe Muñoz, “El Tíbio”, que trouxe as arquibancadas abaixo conquistando o primeiro ouro, em todos os esportes, para os anfitriões. Um ano antes, em Winnipeg, Fiolo tinha deixado Muñoz engolindo marola, quase 10 segundos atrás. No revezamento 4x100m medley, Fiolo teve a melhor parcial de todos os nadadores de peito, nadando um segundo abaixo de seu tempo na final da prova individual. Mesmo assim, não pegamos final nesta prova e, como de praxe, em nenhuma outra.
Entre 1968 e 1972, a natação brasileira cresceu em qualidade de base mas não em talento de ponta. Fiolo e Aranha, nosso melhor velocista no livre, foram morar e treinar nos Estados Unidos. Fiolo lutava contra a desmotivação, oriunda da falta de adversários no Brasil. Sua fama era de quem gostava de dar seus tiros de 25m na ensolarada piscina suspensa do Mourisco, mas escapava da rotina entediante dos treinos diários longos. O peito evoluiu bastante naqueles quatro anos intra-olímpicos, principalmente a capacidade aeróbica e os tempos de 200 metros, mais do que nossa estrela maior progrediu.
Munique
Para Munique, levamos nossa maior equipe de nadadores da história até então. Depois de vinte anos, o lado feminino voltou a fazer parte do escrete, representado pelas cariocas Lucy Burly e Cristina Bassani Teixeira, e pela mocoquense Isabel Guerra. Na última seletiva no Mourisco, o conselheiro técnico da CBD, Júlio Delamare, ajudou a formar nosso time de nadadoras. O garoto Rômulo Arantes, de 15 anos mal completados, surpreendeu nesta última competição, foi convocado, e começou seu reinado de maior costista do país pela década seguinte afora. Nossa seleção foi pra Salvador, para os preparativos finais e para fugir das águas não aquecidas das piscinas do sudeste no inverno.
Na Alemanha, apesar da equipe mais numerosa, voltamos a depender de Fiolo para resultados potenciais de destaque. José Aranha, nos 100m livre, e Sérgio Waissman, nos 100m borboleta, não fizeram feio, passando para, e crescendo nas semis. Mas final e chance de medalha era só com o peitista. Enquanto o mundo assistia o maior show natatório já visto, proporcionado pela outra estrela que despontou em Winnipeg, em 1967, Fiolo fez o que podia. Nas semis, com o tempo de 1m05s99, recorde sul-americano que durou até 1980, ele se classificou em quarto lugar no geral, alimentando nossas esperanças de uma medalha. Mas numa final apertada no dia seguinte, ele caiu duas posições e terminou em sexto lugar. A prova foi vencida, com recorde mundial, pelo japonês Nobutaka Taguchi, que tinha sido mais lento que Fiolo, e depois desclassificado, quatro anos antes no México. Confira a prova de Munique (num vídeo em japonês) no link do Hall of Fame, no final deste parágrafo. Repare a saída a la antiga de Fiolo, na raia 6, com a rotação inteira dos braços antes do pulo, ainda em forma quase chapada. Depois de sair mal, ele rapidamente parte pra liderança, emparelhando com o japonês, antes dos 25 metros. Mas seu estilo de força e pouca capacidade aeróbica paga seu preço no final. Na prova dos 200m, apesar de ter nadado perto do seu melhor, ele comprovou que já tinha ficado muito pra trás dos tempos líderes da prova. Winnipeg tinha sido cinco anos antes e, em Munique, Fiolo passou longe da final.
http://www.ishof.org/video_archive/swimming/nobutaka_taguchi.htm
Mas, para mim, os melhores momentos brasileiros de Munique, aqueles que surpreenderam as expectativas, e só foram possíveis pelo crescimento do conjunto da natação brasileira, foram as provas de revezamento 4x100m medley e livre. Na primeira, na final, todas nossas parciais foram abaixo do recorde brasileiro da respectiva prova individual. Rominho entregou em oitavo, estabelecendo novo recorde sul-americano para os 100m costas. Fiolo e Waissman não conseguiram sair da lanterna. Mas Aranha fechou com 52s09, quase um segundo e meio abaixo do recorde sul-americano dos 100m livre (53s40 do Ruy T. A. De Oliveira), e ultrapassou Japão, Inglaterra e Hungria, terminando na quinta colocação e melhorando em 5 segundos o recorde sul-americano da prova.
A mais bonita foi a prova dos 4x100m livre. Foram muitas as vezes que eu assisti algum documentário na TV sobre o Spitz, mas na verdade quem eu procurava no canto da telinha era o nosso combinado brigando superbamente na final desta prova. Esta foi nossa primeira performance olímpica de revezamento que nos deixou com a sensação boa, mas estranha, de que era possível conquistar uma medalha neste tipo de prova que representa tão nitidamente o valor por inteiro da natação de um país. Valor técnico e patriótico. Por que será que alguns nadadores melhoram tanto na hora do revezamento, na hora de fechar o 4x200m em Moscou (Djan), 4x100m livre em Sidney (Edvaldo), ou o 4x200m no Pan do Rio (Nicolas)?
Em Munique não conquistamos nenhum metal, ficamos em quarto, mas para mim, ali foi plantada a semente das possibilidades, a qual brotou em Moscou e em Sidney. Ruy T.A.de Oliveira, Paulo Zanetti e Paulo Beckskehazy, os primeiros três, nesta ordem, nadaram a prova de suas vidas, com parciais de 53.62, 53.61 e 53.73, respectivamente. Na raia 2, Aranha pulou na sexta posição pra fechar. Como no revezamento medley, ele galgou duas posições, ultrapassando os canadenses e alemães ocidentais, e, desta vez, chegou a meio segundo do bronze, tirando quase um segundo da frente dos alemães orientais, terceiro colocados. Nosso tempo do reveza, 3m33s14, 6 segundos e meio abaixo do recorde sul-americano. A média, de 53s28, abaixo do recorde sul-americano da prova individual de 53s40. Seria o equivalente hoje de nadarmos para 3m13s35. Nosso herói, Aranha, fechou a prova com 52s17. Mas jamais chegou a deter o recorde brasileiro da prova individual. Vai entender...
Próximo artigo, começo a partir de Montreal.
Pedro Junqueira – ex-nadador do Minas Tênis Clube dos anos 70, aposentado precocemente das piscinas, pesquisador e aficionado da natação e história, está escrevendo um livro sobre a história da natação competitiva do Brasil e assina a coluna Arquivo Histórico do Bestswimming.
 
 

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Quem já comentou...

20/08/2010 22:58:57 » marcos andrade moraes

Parabens! Não conhecia seu trabalho! Quanto ao Fiolo. Não treinou durante todo 68, depois de bater o recorde no Guanabara. Desconfio que não aguentou a pressão de ser estrela e as cantadas para ir para outros clubes. Além disso, havia muita inveja e disputa interna no Botafogo, com os jogadores de futebol reclamando do alto salário que ele ganharia. O fato é que passava os dias como se fosse aquela estatua de Rodin, à beira da piscina do Mourisco. E não havia suporte psicologico naquela época. Abraço cordial, MAM

02/12/2009 00:17:26 » Pedro Valadares

Poxa, Pedro. Observei que as colunas são todas de 2008. Espero que você esteja dando um tempo pra escrever o livro. Porque seria uma pena você parar de assinar as colunas do arquivo histórico. São realmente muito legais!

30/06/2009 22:34:07 » Marlene Teixeira

Fico impressianada e nao entendo porque minha irma nadadora primeiro pelo Vasco da Gama e depois pelo Fluminense Futebol Clube nao merece nenhum registro informando que ela bateu o record primeiro da Piedade Coutinho (100 metros livres) e depois o record da Maria Lenk (100 m nado borboleta) Era chamada a seu tempo da nadadora faixa azul da natacao carioca. Foi a Montevideu nos Jogos Sulamericanos, a Chicago nos Jogos Panamericanos e ao Sulamericanode Buenos Aires onde ganhou medalha de bronze no revezamento 4x100 livres. O que aconteceu com os registros da historia dela. Deletaram todos. Uma carioca que tem por volta de 150 medalhas

11/12/2008 10:06:52 » tamara fonseca

sou afilha do fiolo e demorei para achaar infiormações sobre ele na internet.Tenho vontade de competir como ele , mais gostaria que o botafogo me ajudasse com isso.e tive que salvar imagens que não tinha dele,caso voces tenham outras fotos dele da época por favor me enviem.atenciossament,Tamara.o meu email ´é:tam.fonseca@gmail.com

25/11/2008 08:53:48 » Antonino da Silva

Convém salientar que, em Munique, Maria Isabel Vieira Guerra, disputou a "consolation" nos 200mts medley, com recorde sul-americano, 2.32"7

03/06/2008 23:21:08 » Luiz Carvalho (Chico)

Mais um excelente artigo, Pedro. Parabens! Primeiro um esclarecimento. O recorde do Fiolo foi batido em 1982, no mundial de Guayaquil por mim (1.05.77). Na minha opiniao, o Fiolo foi disparado (disparado mesmo) o maior peitista brasileiro. Recorde mundial em piscina de 50m (que vale muito mais do que em piscina de 25, sorry!), alem do 4o e 5o em provas individuais em Olimpiadas sao feitos incriveis ate hoje. Alem disso, o Fiolo ganhou o Panamericano quando os EUA competiam com a equipe A. O mesmo nao pode ser dito hoje. Quanto ao 4x100m livre da Olimpiada de 72, foi a grande prova inspiradora da minha infancia. Conheci bem o Paulo Zanetti (do 4x100 livre) e nao me cansava de ouvir dele a historia. Conheci tambem o Fiolo que merece varias e varias paginas no livro do Pedro. PS. tambem escutei a mesma historia da lista telefonica....

03/06/2008 23:19:36 » Luiz Carvalho (Chico)

Mais um excelente artigo, Pedro. Parabens! Primeiro um esclarecimento. O recorde do Fiolo foi batido em 1982, no mundial de Guayaquil por mim (1.05.77). Na minha opiniao, o Fiolo foi disparado (disparado mesmo) o maior peitista brasileiro. Recorde mundial em piscina de 50m (que vale muito mais do que em piscina de 25, sorry!), alem do 4o e 5o em provas individuais em Olimpiadas sao feitos incriveis ate hoje. Alem disso, o Fiolo ganhou o Panamericano quando os EUA competiam com a equipe A. O mesmo nao pode ser dito hoje. Quanto ao 4x100m livre da Olimpiada de 72, foi a grande prova inspiradora da minha infancia. Conheci bem o Paulo Zanetti (do 4x100 livre) e nao me cansava de ouvir dele a historia. Conheci tambem o Fiolo que merece varias e varias paginas no livro do Pedro. PS. tambem escutei a mesma historia da lista telefonica....

29/05/2008 08:21:04 » ronald-apelbaum

cade o livro pedro .... quero comprar .... sai ou não sai grande abraço ronald apelbaum

28/05/2008 23:01:39 » Alemão

Pedro é muito bom.

28/05/2008 22:18:32 » Victor AVS

outro artigo muito bom! quero muito ver o q você vai escrever sobre o time com Djna, Marcus, etc :D

28/05/2008 16:48:12 » Rabjota

Já estávamos ficando com saudades dos artigos do sumido Pedro. Parabéns por mais essa aula de história. Dois comentários: a nossa atual e excelente geração de peitistas ainda tem de melhorar um bocado para tirar do Fiolo o título de melhor peitista brasileiro da história. Apesar de não tê-lo visto nadar, me lembro muito bem, no final da década de 70, de ver o seu nome no quadro de recordes brasileiros e sulamericanos, numa performance num distante e desconhecido 1972. Outro ponto: neste ano, em Pequim, nossa equipe de 4 x 100 medley vai fazer um tempo inferior ao tempo do 4 x 100 livre de Munique, relatado de forma emocionante no artigo acima. É a evolução da natação ... E que esse espírito patriótico que bate e catapulta nossos nadadores nos revezamentos (n)os ajudem a trazer mais uma medalha nessa olimpíada, Cesão fechando para 46:7, ultrapassando russos, japoneses, franceses, ingleses e australianos e nos garantindo uma prata histórica !


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O NOSSO MAIS RÁPIDO NADADOR DO MUNDO – PARTE I
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